Eu estava encolhida no banco do passageiro, olhando para as ruas que passavam como vultos. A minha visão estava nítida, mas eu preferia que estivesse turva; a clareza da expressão de desgosto no rosto do Anderson era insuportável.
— Anderson, diz alguma coisa — pedi, a minha voz saindo quase como um sussurro.
Ele não respondeu. Apena……
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