O Marido Que Eu Tenho Que Matar
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O Marido Que Eu Tenho Que Matar

READING AGE 18+

Amila Fitriati Mardhatillah Action

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E se o cara que te abraça forte todo dia à noite... for o próprio demônio que você quer arrastar pro inferno?
De dia, a Seiji é só uma estagiária de TI tímida de óculos. Já o Eric Vance é o típico herdeiro bilionário mimado que só arruma confusão. O casamento de fachada deles não passa de um contrato frio e super calculado — só uma encenação familiar bonitinha que não faz m*l a ninguém.
Mas quando o sol se põe, as máscaras caem por terra.
Na escuridão da noite, a Seiji é a Viper: a rainha da cibersegurança, fria, calculista e dona do submundo de Omira. Já o Eric é o The Iron: o codinome de um comandante militar impiedoso do Norte, que tem as mãos sujas com o sangue dos homens da Viper. Eles são inimigos mortais e juraram matar um ao outro.
Só que as provas começam a entregar as mentiras deles. O Eric acha um fio de cabelo verde/dourado da Seiji no colete tático dele, e a Seiji descobre um código militar do Eric trancando o quarto dela. Aí, a ilusão começa a ruir.
Finalmente... os dois se deram conta de quem realmente esteve do lado deles esse tempo todo.
Mas a loucura só tá começando: é uma negação de enlouquecer qualquer um.
Eles estão com tanto medo de se perderem que não conseguem tirar as máscaras. O Eric apaga ilegalmente os dados biométricos da Seiji do sistema principal do Norte só pra proteger ela da própria família. Ao mesmo tempo, a Seiji junta a elite dos seus atiradores pra eliminar os mercenários que o Conselho mandou pra apagar o marido dela.
Eles topam destruir o mundo inteiro só pra manter a "coelhinha inocente" e o "maridinho mimado" a salvo nessa gaiola de ouro?
Será que eles vão se destruir quando a verdade nua e crua vier à tona? Ou vão tocar fogo no mundo juntos e assumir o trono manchado de sangue?

Unfold

Tags: revengedarkcontract marriageHEopposites attractmafiadramasweetcity
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Raízes da Desconfiança

Sigrid abriu os olhos quando os primeiros raios de sol vararam as frestas da cortina do quarto. O corpo inteiro doía, travado feito pedra. Tentou se espreguiçar, mas o pulso disparou uma pontada ardida que subiu rasgando pelo antebraço. Sigrid trincou os dentes pra segurar a dor.

Torci o pulso... chave de braço desgraçada, praguejou……

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